Fármacos psicotrópicos – antidepressivos, ansiolíticos, calmantes e outras



No artigo anterior falamos sobre as drogas psicoativas, “naturais” como cogumelos, ayahuasca, maconha e drogas sintéticas como álcool, anfetaminas, LSD e muitas outras. As substâncias que serão citadas hoje, são fármacos com ação no sistema nervoso central que apresentam grande importância no tratamento de diversos distúrbios psiquiátricos (depressão, ansiedade, esquizofrenia, etc.). Do ponto de vista espiritual, este primeiro grupo de drogas citadas no artigo anterior, abrem o nosso campo áurico e prejudicam o nosso corpo etérico. Já os medicamentos psicotrópicos tendem a fechar o campo espiritual.
As drogas alopáticas que hoje conhecemos como antidepressivos, antipsicóticos e ansiolíticos, etc, têm efeito direto no corpo físico e podem trazer sensações de alívio emocional devido a normalização da produção de determinados neurotransmissores. Sabemos que muitos usuários reclamam da utilização destes medicamentos, seja pelos efeitos colaterais, seja pelo preconceito ou até mesmo pelo vício. Sendo assim, muitas vezes, drogas tidas como “naturais” e aparentemente menos ofensivas como a maconha e a ayahuasca ganham espaço para serem utilizadas em tratamentos similares. Mas a verdade é que, do ponto de vista espiritual, estes medicamentos de farmácia podem sim ser indicados em casos de negligência espiritual, principalmente durante a evolução crônica de uma doença, como visto em casos de depressão, ansiedade, bipolaridade e esquizofrenia. No entanto, apenas é indicado esses tratamentos quando o paciente não possui mais controle e acesso de seu corpo emocional e espiritual. Ou seja, ele perde a capacidade de lidar com seus sentimentos e emoções, inviabilizando uma qualidade em tratamentos com terapias holísticas e/ou convencionais.
Até onde sabemos, em ambos os casos, tanto em relação aos usuários de drogas naturais quanto em relação aos usuários de drogas alopáticas, a indicação demonstra distúrbios similares, como mediunidade desregulada e dificuldade em lidar com sentimentos e sensações. Desse modo, acreditamos que em alguns casos não há motivo para preconceito com remédio sintético. Mas sim o contrário, pois deveríamos assumir que em ambas situações, estamos com dificuldade de lidar com os problemas da vida. Alguns escolhem tratar com antidepressivos e ansiolíticos enquanto outros escolhem a maconha por exemplo, para aliviar a sensibilidade e ansiedade. O grande diferencial é que as substâncias “naturais” psicoativas tendem a prejudicar o campo espiritual imediatamente, enquanto as substâncias alopáticas tendem a fechar, funcionando muitas vezes como um auxílio imediato.
É claro que devemos estar sempre cientes dos efeitos adversos da alopatia. E também buscar em paralelo ou até mesmo antes da doença física se instaurar, curas orientais e vibracionais com intuito de inviabilizar a necessidade de tomar uma medicação.
Além de animais, somos seres completamente mentais, emocionais e intuitivos. Portanto todos estes pontos devem estar em equilíbrio: o corpo, a mente e as emoções. Assim, uma alimentação saudável, atividades físicas diárias, atividades artísticas, entretenimento, tomar sol, relações de afeto e práticas de devoção. Tudo isso deve estar presente na nossa vida para impedir a necessidade de tomar uma droga seja ela sintética ou não. O problema é que quando temos uma doença espiritual, mental e/ou emocional, não conseguimos desenvolver essas atividades tão importantes e necessárias para o nosso dia a dia, principalmente quando o corpo físico já foi afetado, tornando tudo ainda mais difícil. E é principalmente nestes casos que o remédio pode ser uma opção. Porém, apesar de falarem que as medicações psicoativas naturais são menos ofensivas e mais eficazes que as sintéticas, não concordamos, pois temos uma visão diferente, já que existem padrões repetitivos e completamente danosos que foram observados durante o nosso trabalho. Através de nossas energizações concluímos que a utilização de alucinógenos naturais como cogumelos, ayashua e a maconha, independente da dose, afetam o chakra coronário, interferindo diretamente na proteção espiritual do indivíduo. Enquanto que os fármacos psicotrópicos possuem quase que o efeito contrário, gerando bloqueio via chakra frontal.
Concluindo, vimos que os tratamentos alopáticos são menos ofensivos em relação aos tratamentos com psicoativos naturais tratados acima quando falamos da parte espiritual. Além disso, existem egrégoras e seres que atuam em algumas substâncias como os cogumelos, a ayahuaska e a maconha. É como se após aquele uso você fizesse parte de um time e que esse time irá ter livre acesso à sua vida, aura e energia. É claro que em algum momento nós podemos encontrar um alívio espiritual e emocional neste trato, pois ocorreu uma troca, mas essa troca possui um preço. Outra questão é que este trato ocorre por detrás de leis universais e principalmente da lei do karma. É pura corrupção, eu diria. Por isso cuidado com a autossabotagem.
Não estamos defendendo a indústria farmacêutica em hipótese alguma, mas estamos cientes sim que muitas vezes a medicina, biomedicina e outras áreas correlatas trazem benefícios e facilidades para muitas vidas e para a sociedade como um todo. O grande problema é a ganância das indústrias, o vício dos consumidores e a negligência dos colaboradores, pois a exemplo, muitas vezes somos obrigados a prescrever uma medicação que não é indicada para o paciente visando apenas o lucro. Eu mesma já fiz parte desta dinâmica desprezível, como médica veterinária.
Acreditamos que para entrarmos na nova era de ouro, precisamos rever muitos conceitos, e tentar entender as nossas dificuldades mais a fundo, para encontrarmos as soluções. A vida é imperfeita para todos, mas é exatamente através desta imperfeição que obtemos os nossos aprendizados. Os problemas fazem parte do dia a dia, mas eles não devem, de forma alguma, tomar o controle da nossa vida. Somos responsáveis pelas nossas escolhas, e o planeta Terra ainda oferece muita ilusão, que será dissolvida com o passar do tempo.


Bjs, Chris e Mari

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